O uso de ferramentas de inteligência artificial (IA) no ambiente escolar cresceu rapidamente em 2024 e 2025, transformando práticas de ensino e avaliação em todo o país. Plataformas de redação assistida, tutores virtuais, aplicativos de reforço escolar e sistemas de personalização de aprendizagem já estão presentes em mais de 50% das escolas privadas e começam a se expandir para a rede pública.
Muitos educadores celebram a inovação, afirmando que a IA facilita o aprendizado, identifica dificuldades específicas de cada aluno e melhora o rendimento escolar. Porém, o avanço tem gerado debates acalorados sobre ética, dependência tecnológica, uso responsável e formação adequada de professores.
Sindicatos argumentam que o país ainda não oferece capacitação suficiente para que docentes lidem com IA em sala de aula, resultando em uso limitado ou inadequado das ferramentas. Especialistas defendem que a tecnologia deve ser um complemento — não um substituto — do professor.
O MEC anunciou que lançará diretrizes nacionais para uso responsável de IA na educação, com foco em segurança de dados, alfabetização digital e formação continuada.
