Paysandu passa à outra fase da Copa do Brasil ao vencer a Portuguesa-RJ por 3 a 1, na Curuzu.
“Passa” Guilherme Tadeu da Silva Gomes, marinheiro mercante da reserva, advogado, professor de direito marítimo no Centro de Instrução Braz de Aguiar – CIABA, comentarista esportivo e apresentador do programa SABADÃO, na rádio Liberal, EM 2011.
Em menos de uma semana, Papão embolsa mais de R$ 2 mi – somando renda do RE-PA (R$ 1,4 mi) e R$ 1 milhão e setenta mil da CBF.
350 mil reais foi a premiação do elenco bicolor pela conquista do 51 Parazão.
Então, praticamente, na conta vencimentos de março dos profissionais bicolores.
Antes do jogo PSC 3 a 1 Portuguesa, o árbitro Jonathan Pinheiro(RS) sinalizou um minuto de silêncio, reconhecimento da diretoria alviceleste àquele que foi conselheiro e secretário do CONDEL alviceleste na década de 2000.
Foi-se o gênio Guilherme Tadeu, mas sua obra está estigmatizada para sempre no cenário esportivo paraense, ao identificar a torcida do CR com a marca FENÔMENO AZUL, no seu programa, na rádio Liberal, num sábado, à tarde, do ano 2011, ao entrevistar o presidente leonino, Raphael Levy, tendo como acompanhante o historiador remista, o bancário, professor e estatístico Orlando Ruffeil.
À época, a torcida leonina lotava Baenão e Mangueirão: “Esta torcida é um FENÔMENO AZUL”, proclamou Tadeu.
Atento, presidente Levy mandou confeccionar uma série de camisas com a logomarca que é a maior expressão do torcedor do CR.
Infelizmente, o repórter da Rádio Clube do Pará, Paulo Caxiado, cinicamente, tenta “roubar” a intelectualidade de Guilherme Tadeu.
Espero que hoje, no jogo CR x Fluminense, o honrado presidente Antônio Carlos Teixeira, que sabe da verdade, determine um minuto de silêncio para que a FENÔMENO AZUL, no Mangueirão, reverencie quem o denominou.
É o que há!
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