O ex-governador venezuelano Alfredo Díaz, de 55 anos, morreu neste domingo enquanto estava detido em uma prisão do regime de Nicolás Maduro. Díaz havia sido preso em novembro de 2024, após fazer duras críticas ao processo eleitoral que reconduziu Maduro à presidência da Venezuela.

Segundo informações divulgadas por veículos internacionais, o ex-governador foi levado sob custódia acusado de “desestabilização política” e “incitação pública”, acusações que organizações de direitos humanos classificam como parte de uma estratégia do governo venezuelano para silenciar opositores.

A morte de Alfredo Díaz ocorre em meio a reiteradas denúncias de violações de direitos humanos no sistema penitenciário venezuelano, incluindo falta de acesso à saúde, condições precárias e tratamentos considerados desumanos. Grupos oposicionistas exigem uma investigação independente para apurar as circunstâncias da morte.

Entidades internacionais, como a ONU e a OEA, também vêm monitorando a situação política da Venezuela e podem se manifestar sobre o caso nas próximas horas.